Cresce a cada dia a quantidade de pessoas que acessam à internet através de Smartphones e Tablets e igualmente, o número de aplicativos para estas plataformas.  O Brasil possui uma população superior à 200 milhões. Destes, 78 milhões (quase 40%) acessam as redes sociais de seus dispositivos mobile, e não estamos mais falando apenas da geração mais nova.

Atualmente, mesmo as pessoas mais velhas que tinham certa restrição em usar computadores, se adequaram ao cenário tecnológico atual, e usam diariamente seus dispositivos móveis, já não mais para fazer ligações, mas para se manterem conectados através da internet. Até serviços não tão básicos, como checar sua conta corrente, ou fazer compras online, já são executados por pessoas que antigamente criavam uma barreira entre si e as facilidades oferecidas pela tecnologia.

Devido à isto, diversas empresas tem criado diferentes formas de oferecer seus serviços, e um dos principais meios, tem sido através de aplicativos para Smartphones.

Um dos principais serviços que vem sendo oferecidos, são os serviços ligados à finanças, e um termo que vem ganhando força, é chamado de FINTECH. Este, é o nome dado à startups que oferecem serviços financeiros através de alguma plataforma tecnológica (por isso a união das palavras Finanças e Tecnologia em inglês).

“Fintech é portanto o universo destes novos players, que estão criando uma nova forma de se lidar com os produtos e serviços financeiros. Com uso intensivo de tecnologia, estes novos produtos e serviços são geralmente mais fáceis de se usar, mais simples, intuitivos e estão disponíveis 24/7, na maior parte das vezes através de aplicativos mobile. O que estas empresas estão criando é uma nova experiência na contratação e utilização dos serviços financeiros, transformando uma indústria que sempre abusou da burocracia e complexidade dos processos, em nome da segurança.”(Trecho retirado de:  FINNOVATION)

 

Recomendamos a leitura de alguns textos listados abaixo:

 

O setor de fintech– startups que trabalham com finanças e tecnologia – nunca esteve com perspectivas tão promissoras. Só que o Brasil apresenta diferenças significativas em relação aos países desenvolvidos, em especial os EUA. Essa minha percepção veio de quatros anos à frente da Konkero(www.konkero.com.br), maior portal de finanças pessoais do Brasil. Listo abaixo os quatro aprendizados mais importantes.

(Retirado de FintechLab – “Os Desafios das Startups de Fintech no Brasil”)

 

A revolução Fintech já começou! E está mudando profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com suas finanças. De um lado, vivenciamos o advento do design orientado para o ser humano, da era digital, do mobile, da conectividade entre pessoas e coisas, do aumento da capacidade de armazenamento e processamento de dados e do acesso mais barato a novas tecnologias. Estas têm sido grandes molas propulsoras das mudanças que alteram a forma que nos relacionamos com o mundo. Do outro lado, estamos nós, clientes exigentes, que rapidamente nos acostumamos a utilizar os serviços que oferecem uma experiência diferenciada – afinal, não é assim com Waze, Netflix, Uber e Spotify, entre tantos outros?

 

(Retirado de FintechLab – “Fintechs no Brasil: uma revolução que já é realidade”)

 

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